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Filarmônica faz concerto no feriado de Tiradentes

A apresentação faz parte do projeto “Raízes”, que visa democratizar a música de concerto com a população goianiense A apresentação faz parte do projeto “Raízes”, que visa democratizar a música de concerto com a população goianiense

A Orquestra Filarmônica de Goiás (OFG) sobe ao palco do Teatro Escola Basileu França nesta quinta (21), às 20h. O concerto aberto para toda a comunidade apresenta a obra do compositor brasileiro, Claudio Santoro. O espetáculo terá a participação do solista Pedro Bittencourt e do Coro Sinfônico de Goiânia. O programa da noite será debatido com o público a partir das 19h, com a maestra Mariana Menezes. A entrada é franca e o acesso será por ordem de chegada.

A Orquestra Filarmônica de Goiás (OFG) sobe ao palco do Teatro Escola Basileu França nesta quinta (21), às 20h. O concerto aberto para toda a comunidade apresenta a obra do compositor brasileiro, Claudio Santoro. O espetáculo terá a participação do solista Pedro Bittencourt e do Coro Sinfônico de Goiânia. O programa da noite será debatido com o público a partir das 19h, com a maestra Mariana Menezes. A entrada é franca e o acesso será por ordem de chegada.

Quem for ao concerto vai poder ouvir as Sinfonias nº 4, 11 e 12 de Santoro. Além da obra “Choro para Sax Tenor”, com o solista Pedro Bittencourt. “É sempre bom ter um solista e o saxofone é um visitante relativamente raro num concerto de música clássica”, destaca o maestro Neil Thomson.

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Foto reprodução: Victor Ferreira

É na Quarta Sinfonia que o Coro Sinfônico de Goiânia se junta a Filarmônica. O momento promete ser o ápice da noite, justamente, por ser um canto alegre de paz. “As pessoas podem esperar uma noite cheia de emoções diferentes.  Sentimentos que vão desde o otimismo da Sinfonia nº 4 até a intensa angústia da Sinfonia 11. No meio temos o Choro com infusão de música popular e a virtuosa Sinfonia nº 12 com nove solistas da OFG”, explica o maestro.É na Quarta Sinfonia que o Coro Sinfônico de Goiânia se junta a Filarmônica. O momento promete ser o ápice da noite, justamente, por ser um canto alegre de paz. “As pessoas podem esperar uma noite cheia de emoções diferentes.  Sentimentos que vão desde o otimismo da Sinfonia nº 4 até a intensa angústia da Sinfonia 11. No meio temos o Choro com infusão de música popular e a virtuosa Sinfonia nº 12 com nove solistas da OFG”, explica o maestro.

Santoro Santoro

Claudio Santoro (1919 – 1989) foi um dos mais inquietos e polivalentes músicos do Brasil. As obras do compositor e regente amazonense faz parte do primeiro CD da Filarmônica gravado pela Naxos. Neste primeiro álbum foram gravadas as Sinfonias nº 5 e nº 7, que podem ser apreciadas, gratuitamente, pelas plataformas: Naxos Streaming, Spotify, Deezer, Amazon Music e Apple Music.

“Todos os trabalhos que estamos apresentando nesta quinta-feira (21), serão gravados na semana seguinte e lançados novamente pela Naxos. A série Brasil em Concerto foi cuidadosamente planejada para que cada CD represente uma fase da produção criativa de Santoro”, explica Neil Thomson.“Todos os trabalhos que estamos apresentando nesta quinta-feira (21), serão gravados na semana seguinte e lançados novamente pela Naxos. A série Brasil em Concerto foi cuidadosamente planejada para que cada CD represente uma fase da produção criativa de Santoro”, explica Neil Thomson.

Sobre Santoro, o maestro diz que não há outro compositor brasileiro que tenha uma gama estilística tão ampla. As obras da década de 1940 mostram mais uma influência europeia. Após esse período, ele entrou em uma fase nacionalista onde usa ritmos e melodias brasileiras. “O que torna Santoro tão especial na minha opinião é que ele estava constantemente buscando algo novo; ele era uma pessoa de infinita curiosidade e criatividade”, finaliza. Sobre Santoro, o maestro diz que não há outro compositor brasileiro que tenha uma gama estilística tão ampla. As obras da década de 1940 mostram mais uma influência europeia. Após esse período, ele entrou em uma fase nacionalista onde usa ritmos e melodias brasileiras. “O que torna Santoro tão especial na minha opinião é que ele estava constantemente buscando algo novo; ele era uma pessoa de infinita curiosidade e criatividade”, finaliza.